Cá entre nós (...)

agosto 18, 2013


Então neste post decidi falar sobre a distância
Afinal, quem é que nunca pensou «pessoas certas, distancias erradas»
No mundo tão grande, com tantos países e cidades com milhões de pessoas e culturas variadas, em que numa pode ser verão e noutra é inverno, existe uma pessoa que está distante de quem mais ama.




Será que nós seres humanos somos capazes de confirmar o que sentimos à distância?
Eu acho que sim, hoje em dia as mensagens transportam os aromas da pureza e das boas intenções. As fotos permitem pressentir a doçura e o calor da pele com quem outrora tivemos, e as chamadas onde ouvimos a voz, aquela que sensibiliza e se fecharmos os olhos parece que a outra pessoa está perto.
Não podemos pensar só com a cabeça, temos de deixar o coração falar. Não importa se a pessoa está longe, porque mesmo longe se quisermos podemos sentir a pessoa perto, mesmo que sofrendo pela distância, sempre conseguimos estar perto da pessoa, se amarmos. 




Quando estamos juntos com essa pessoa, sentimos uma paz enorme.
É uma felicidade inexplicável quando conseguimos estar com a pessoa que gostamos e quando esse o momento tão aguardado chega nós damos mais valor, aproveitamos o momento ao máximo, não existem brigas, porque nem se quer há tempo para isso.
É tão bom ouvir junto ao ouvido aquilo que a pessoa dizia por telemóvel, poder olhar a pessoa nos olhos, sorrir e finalmente beijar os lábios que tanto desejávamos.
Depois vem sempre a parte pior, a despedida, e um ATÉ JÁ. 

Mas se dependesse de mim, não haveria despedidas, ninguém iria embora,
Maffalda Cunha


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